quinta-feira, 18 de março de 2010

História do Chile




Chile, oficialmente República do Chile (em espanhol: República de Chile), é um país da América do Sul que ocupa uma longa e estreita faixa costeira encravada entre a cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico. Faz fronteira ao norte com o Peru, a nordeste com a Bolívia, a leste com a Argentina e a Passagem de Drake, a ponta mais meridional do país. É um dos dois únicos países da América do Sul que não tem uma fronteira comum com o Brasil, além do Equador. O Pacífico forma toda a fronteira oeste do país, com um litoral que se estende por 6.435 quilômetros.

Os primeiros europeus a chegarem na terra que é hoje o Chile foi o
grupo liderado por Diego de Almagro, o Velho. A
primeira cidade fundada pelos europeus nessa região povoada pelos incas foi Santiago, em 1541.
A proclamação da república do Chile ocorreu no dia 12 de fevereiro de 1818.
Durante o período das presidências do Partido Radical (1938-1952), o Estado
chileno aumentou sua participação na economia nacional. Em 1952, após
três presidências radicais (Pedro Aguirre Cerda (1938-1941), Juan Antonio Ríos (1942-1946) e Gabriel González Videla (1946-1952),
retornou à Presidência o general Carlos Ibáñez del Campo, que havia
sido ditador do Chile entre 1927 e 1931. Jorge Alessandri sucedeu Ibáñez em 1958, derrotando o
socialista Salvador Allende por uma estreita margem de
votos.

As eleições presidenciais de 1964 levaram à
presidência o fundador do Partido Democrata Cristão (PDC), Eduardo Frei Montalva, que derrotou o
socialista Allende e o radical Julio Durán. Frei governou com o
slogan "Revolución en Libertad", pondo em prática um programa de
reformas sociais e econômicas que, entre outras medidas, contemplou
reformas no sistema educacional, construção de casas populares,
sindicalização dos trabalhadores rurais e reforma agrária. No entanto, a
partir de 1967
Frei encontrou uma crescente oposição por parte dos setores mais à
esquerda, que o acusavam de ser tímido nas reformas, bem como uma forte
oposição dos setores mais conservadores, que achavam tais reformas
excessivas.
Em 11 de setembro de 1973, o
presidente democraticamente eleito
em 1970, Allende sofreu um golpe de estado e o general Augusto Pinochet assumiu o governo, instaurando uma ditadura
que iria perdurar por dezessete anos, sendo sucedido pelo civil Patricio Aylwin, proeminente membro do PDC.
Em 1994,
foi eleito presidente Eduardo Frei Ruiz-Tagle, filho do
presidente Eduardo Frei Montalva e também filiado ao PDC que entregou o
poder seis anos depois a Ricardo
Lagos, do Partido Socialista do Chile,
mesmo partido de Salvador Allende.
Nas eleições de 2005, os chilenos escolheram como Presidente Michelle Bachelet, primeira mulher no cargo e filha de um
ativista torturado e morto pelo regime de Pinochet, dando continuidade
desde a redemocratização do país no governo de centro-esquerda. Seu
mandato será mais curto que o de seus antecessores, devido a reformas na
Constituição local.
No dia 27 de fevereiro de 2010, um forte terremoto de 8,8 pontos na escala de Richter atinge a região central do país
provocando centenas de mortes e ativando alertas de tsunamis
na costa do Pacífico.

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